Asma & Espaçador

Vivi e o espaçador

Ela voltou. Após quase dois meses sem crise, na noite passada surgiu a temida tosse seca, seguida por leve falta de ar. Começa leve, mas, se não for debelada, toma outras proporções.

A Vivi estreou no mundo da alergia respiratória com uma bronquiolite que durou quase três meses. Com pai e mãe asmáticos, era de se esperar. Mas não precisava ser tão cedo, né? O primeiro e longo episódio foi aos 8 meses.

No início foi tratada somente de forma tradicional, com nebulizações sem fim e corticoides. Ela odiava o nebulizador e ficava tão agitada que a asma piorava.

Hoje ela toma diariamente um remédio diluído no suco, além de gotinhas homeopáticas. A medicação em spray, quando necessária, é dada via espaçador (o artefato laranja que ela esta segurando). Ao invés de ficar de máscara por 30 minutos berrando, em 10 segundos ela “toma” o remedinho sem escândalos, sem trauma e SORRINDO.

Mas essa cooperação não é sempre, viu? Às vezes temos que segurá-la para garantir que ela aspire a medicação, mas, repetindo, por apenas 10 segundos.

Ambiente livre de poeira (pelo menos da que conseguimos ver) + bebê sem perfume + remédio diluído no suquinho + homeopatia = Vitória sem asma.

Quando a falta de ar aparece, ESPAÇADOR.

Conversem com os pediatras, mamães!

Beijos,

Bianca.

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