Casa segura. Será?

Claro que nós gostaríamos que o mundo fosse acolchoado e fofinho, incapaz de machucar nossos bebês. Como não é, a gente faz o que pode para evitar acidentes.

A pediatra da Vivi, em todos os receituários, traz algumas orientações sobre segurança. Pode até parecer meio óbvio, mas não é. As dicas da imagem abaixo são da receita médica de 1 ano, mas recebemos alertas mensais, de acordo com o desenvolvimento do bebê.

Cuidados

Vejamos algumas dicas, válidas desde a chegada da maternidade até os primeiros passos:

– A posição recomendada para o sono do bebê, de acordo com a Academia Americana de Pediatria é de barriguinha para cima;

– No banho, não encher demais a banheira com água e verificar sempre a temperatura antes de colocar o bebê;

– Quando no carrinho ou no bebê conforto, sempre usar o cinto de segurança;

– Não deixar o bebê aos cuidados de outra criança. Sei que é lógico, mas eu mesma já pedi para o Mateus (que só tem 6 anos) olhar a Vivi para que eu fosse ao banheiro ou fazer uma mamadeira;

– O trocador não deve mais ser utilizado quando o bebê aprender a rolar;

– Deve-se colocar um colchão no chão, ao lado do berço, quando o bebê aprender a se levantar sozinho;

– Nunca utilizar andadores. A Sociedade Brasileira de Pediatria é categórica ao afirmar que o equipamento é perigoso e desnecessário, além de provocar atraso no desenvolvimento psicomotor da criança. Leia mais aqui;

– Cozinha não é lugar de criança. Deve-se colocar uma grade ou aquelas portinhas de ferro que abrem e fecham, com trava de segurança;

– Cuidado com ventiladores, gavetas, portas, tomadas e baldes com água;

– Deve-se observar a faixa etária dos brinquedos e permitir a utilização somente do que for adequado;

– Objetos pequenos, como moedas, apitos, chaves, dentre outros, devem ser mantidos fora do alcance da criança;

– No carro, nada de colo: a criança deve ser transportada SEMPRE da cadeirinha.

– Material de limpeza e perfumes devem ser mantidos em locais aos quais a criança não tem acesso;

– Ao sair para lugares com piscina, nunca deixar a criança sozinha.

À medida que as necessidades surgem, vamos adaptando o ambiente. Atualmente, na nossa casa as gavetas têm travas, as quinas de mesa e as tomadas têm protetores, as portas dos banheiros estão sempre fechadas, temos telas de proteção em toda as janelas e na varanda. Está pendente a instalação da miniporta na cozinha.

Pretendo adquirir mais dois pares de olhos, porque, mesmo com todo esse aparato, já perdi as contas de quantas vezes a Vivi se machucou.

A gente sabe: a vida é um eterno cair e levantar, não é verdade? Mas ver uma testa roxinha, machucada, é de partir o coração.

Como essas são as dicas da profissional que acompanha a Vivi, acho válido conversar com o pediatra da sua confiança. Se tiver algo a acrescentar, diz prá gente!

Abaixo, imagem dos “equipamentos” que compramos recentemente para o nosso bunker:

foto 1foto 2foto 3Beijos,

Bianca.

bianca@naoeamamae.com

 

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