Criação com apego, lá em casa, é assim

Com disciplina, aquela amiguinha da maternidade consciente

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A mãe viaja e a criança fica em casa com as avós, em total liberdade.

Come quando quer e o que quer; dorme a hora que quer; toma água geladinha; estabelece um relacionamento sério com o chocolate (que eu também tenho, por sinal, mas é secreto); volta a pedir mamadeira à noite… A mãe volta e tenta diplomaticamente, sem sucesso, restabelecer a ordem.

Almoço? Como assim almoço? Eu quero suco. Banho? Não quero. Só vou trocar de roupa. Esta água está errada! Só tomo geladinha!

Não havendo mais espaço para negociações, hoje a mamãe colocou o exército nas ruas.

Não quis ir numa boa para o chuveiro, a mãe colocou de roupa e tudo. O almoço, que sequer foi tocado ao meio dia, foi servido há pouco, na hora do lanche. Não quis tomar a água errada? Ficou sem água.

Tenho uma leitura bem particular da criação com apego. Pra mim, apego é ter compromisso com o resultado.

Me ausentei por uns dias para me dedicar exclusivamente aos meninos. Missão cumprida. Foi excelente. Todos (inclusive eu) estávamos precisando do colo da madrasta, que por motivos óbvios e naturais tem que estado tão ocupado pela Vivi.

Em contrapartida, a rotina e os bons hábitos da Vitória foram dizimados.

Mas a mamãe voltou. A casa caiu, Vivi! Vou colocar a senhorita no seu devido lugar, que é bem embaixo da minha asa. Asa de vó é terra sem lei…

Beijos,

Mamãe.

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