Escola: minha filha não frequenta

E está tudo bem!

Demorou pra ficar, mas hoje está tudo bem, sim!
Determinadas decisões a gente toma; outras, a vida toma pela gente. Tirar a Vivi da escola foi uma decisão difícil? Não foi porque nós não decidimos isso; nós não tivemos opção.
Os médicos disseram que ela não poderia freqüentar a escola e nem conviver com outras crianças em um ambiente “confinado” por um período. O que poderíamos fazer, além de acatar a recomendação? Tipo… Nada!
Meu procedimento padrão, além de chorar, claro, é pensar em formas de tornar o ruim bom ou menos ruim. Só que passar o dia fora, trabalhando, e deixar a minha filha das 6 da manhã às 7 da noite em casa, com a babá e a house keeper, extrapolava a escala classificatória das rotinas ruins.
Como deixar a casa mais divertida sem transformar esta mesma residência na casa da mãe Joana? Brincando, estimulando, imaginando…
Aqui, edredom é piscina.
Vivi na piscina
Caixa de papelão é helicóptero.
Vivi na caixa
 A família Pig e seus amigos são a platéia para um concerto no qual todos aplaudem a musicista de pé.
Vivi in concert

E Vivi é a nossa personal Picasso.

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Professores e amiguinhos são insubstituíveis, mas não ir à escola é uma das razões determinantes para estamos sem crises fortes há meses (tivemos duas crises bobinhas, somente; nada comparado às nossas visitas à UTI).
Como a vida é linda, hoje teremos uma tarde de acolhimento na nova escola que escolhemos para a mocinha. Matriculada ela está, mas só em fevereiro saberemos se ela realmente irá ~estudar~. Qual o problema? Nenhum!

Beijos,

Bianca.

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