Mães são sagradas

(e madrasta não é mãe)

lovemom

Pois é, querida. Considerando que você optou por um maridinho fofo, possuidor de uma família que lhe antecede, vamos às premissas que considero essenciais ao equilíbrio da relação com os pequenos: sim, mães são sagradas; não, você não é a mãe deles.

O ápice de nossa carreira como madrasta é “vice-mãe” e isso é condicionado a um desempenho excepcional e afeto incondicional.  Não necessariamente chegaremos lá e não necessariamente as crianças precisarão tanto assim de nós. Afinal de contas, existem mães e mães. Mas fato é que não importa a categoria: todas as mães são sagradas. E não importa se esta mãe está ou não entre nós: você jamais será a mãe dos seus enteados.

Discorda da educação dos pequenos? Dos hábitos? Da forma como são orientados na tarefa de casa? Problema seu. Respeite e procure provê-los com o seu melhor.

Imagine o quão trabalhoso é para a criança comportar-se da forma que a mãe aprova, quando na casa da mamãe, e da forma que o pai e a “tia” aprovam, quando na casa do papai.

Não estou levantando a bandeira da omissão, ok? Estou afirmando o seguinte: se você considera que a alimentação na casa da mãe é inadequada, garanta que enquanto estiver na sua casa, ela será a melhor possível; se você acha que falta um certo refino na educação doméstica, lembre-se de que você também é uma figura feminina estruturante e dê bons exemplos.

Não vale criticar os hábitos da casa da mamãe e toda movimentação em relação aos pequenos deve ser previamente acordada com o papai. Mas… Vale desabafar com as amigas, com o seu terapeuta ou aqui no blog!

Fica o alerta: à medida que você educa, você se apaixona!

Beijos,

Bianca.

bianca@naoeamamae.com

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