Mamães, trabalhem!

Vivi levantou sozinha, no bercinho, pela primeira vez, aos sete meses. Onde eu estava, quando aconteceu? Viajando a trabalho.

Esse vídeo fofo fiz dias depois, ao retornar ao doce lar. Lembro que à época fiquei toda triste, considerando que em virtude das ausências sempre perderia algum momento especial como esse.

Mas e daí? Trabalho desde sempre; janto sozinha semanalmente desde sempre; vou ao cinema desde sempre…

A rotina mudou (CLARO) com o nascimento da minha filha. Mas eu continuo tendo as mesmas necessidades. É aviltante não fazer as unhas, não malhar, não trabalhar sem culpa.

Como estou de férias, tenho respirado Vitória. Acordamos juntas, tomamos café, passeamos, brincamos, cochilamos… E hoje percebi um fato que me incomodou: quando saio de perto dela, por qualquer motivo, ela berra MAMAMAMAMAMAMAMAMA, chora, fica vermelha, perde o choro… É um ataquinho, gente: de birra!

Raciocinando polianamente, estar fora de casa é ótimo, mesmo que me custe algumas primeiras vezes.

Nenhum ser está à disposição de outro 24 horas por dia. Nem a mãe. Segunda-feira volto ao trabalho e o lado super bom é que a Vivi aprenderá a se sentir segura sem a mamãe por perto.

Ela está quase andando e já me conformei: provavelmente não estarei em casa quando ela der os primeiros passinhos sozinha. Mas estarei quando der os segundos ou terceiros. Filmarei e mostrarei para vocês.

UTILIDADE PÚBLICA

Segundo a super pediatra da Vivi, em quem confio cegamente, perder choro não mata! Eu não sabia!

Aquela tecnologia avançadíssima desenvolvida pelos bebês, que param de respirar por alguns segundos e ficam azuis, não mata! Só serve para que eles satisfaçam as suas vontades, considerando que são movidos pelo princípio do prazer (segundo minha terapeuta).

Ah, se eu soubesse disso quando a Dona Vitória resolveu me trocar por uma mamadeira… : )

Beijos,

Bianca.

bianca@naoeamamae.com

Instagram: @blognaoeamamae

No facebook: Blog Não é a Mamãe!

Comente, compartilhe! :)