Reflexões sobre a intimidade da minha filha

Pessoas queridas, estamos todos bem!

Muito obrigada pelas mensagens e pelo carinho. Não há motivo para preocupações.

O porquê do nosso “sumiço”: ando ponderando bastante sobre a exposição da vida da nossa filha.

Quando Vivi era menor, tudo parecia mais simples. A gente trocava ideia sobre sono, chupeta, alimentação… Mas Vivi cresceu.

As questões de todo ser em desenvolvimento são complexas; as questões da mãe do ser, então, são mais ainda.

Continuo muito à vontade para falar aqui sobre o que penso, o que sinto… Até porque este blog sempre foi sobre a minha vida, em seus exatos termos. Nunca pintei uma maternidade que não existia, uma Bianca que não existe.

Mas Vivi cresceu. A cada dia tenho mais lindezas e esquisitices dela para compartilhar, mas não sei se ela (caso tivesse idade suficiente para opinar) aprovaria.

Hoje, por exemplo, ela deu um escândalo para ficar na escola. Claro que esta é a pauta do dia em casa. Já liguei para o Mário, deliberamos sobre o que fazer e temos várias pistas dos motivos que ensejaram o comportamento. Vivi não tem mais brincado com super-heróis e tem se deixado encantar por vários contos de fada. Ou seja… Ela anda cada dia mais livre!

Mas estes assuntos dizem respeito a mais alguém, além de Vivi e dos pais dela?

Olhe… Meu coração responde que sim.

Mas a razão tem oscilado, afinal de contas estamos falando sobre a intimidade de uma criança de 5 anos que, embora seja super reservada (vocês sabem o quanto Vitória é tímida), tem sua vidinha narrada aqui há quase 5 anos.

Vocês me entendem? O que fariam no meu lugar?

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