Uma criança. Dois idiomas?

Quando a criança deve ser apresentada a uma segunda língua? Ao nascer, quando aprender a falar ou após ser alfabetizada?

Segundo idioma

Já contei aqui para vocês que escolhi a escola da Vivi com 80% de coração e 20% de razão.

Nesse início de vida escolar, optei por uma escola que fosse diferenciada nos quesitos EMPATIA e AFETIVIDADE, deixando de lado aquilo que normalmente enche os olhos de pais e mães.

Em termos educacionais, nesse comecinho de vida (ela tem dois anos), o que importa mesmo é a interação social e o despertar do prazer por aprender. Nisso, a escola dela dá um show.

Mas aí, com tantos aplicativos em inglês disponíveis no iPad, e ouvindo ela chamar gato “quéti” e zebra de “ziba”,  esse lance de segundo idioma voltou para a nossa pauta.

Pasta da Vivi no iPad da mamãe
Pasta da Vivi no iPad da mamãe

A criança, ao nascer, pode ser apresentada a vários idiomas. É o que acontece normalmente com filhos de diplomatas ou de pais com nacionalidades diferentes. Não sendo este o caso da nossa família, não vi motivos para que conversar com minha bebê brasileira em outra língua que não fosse o português.

Estudos indicam que crianças bilíngues não confundem os dois idiomas e têm um poder de concentração maior do que as crianças que falam somente um idioma.

Grávida, meu projeto era matricular meu filho em uma escola bilíngue. Mas, passados dois anos e atentando às peculiaridades da Vivi, quando da escolha da escola, ponderamos e concluímos que os supostos ganhos cognitivos não compensariam: a estrutura (a escola disponível perto da nossa casa é climatizada e acesso às salas é através de elevadores, o que por si impediria a Vivi de estudar lá) e a cultura (optamos por apresentá-la inicialmente às riquíssimas culturas pernambucana e brasileira, considerando que ela terá a vinda inteira para se tornar multicultural).

Pretendemos que ela aprenda um segundo idioma após a alfabetização, mas essa é a nossa escolha. Educadores recomendam que isso ocorra entre 4 e 10 anos de idade e asseguram que a introdução de uma nova língua não interferirá nem afetará o aprendizado do português.

Mas por que entre 4 e 10 anos? Porque é a fase em que o cérebro está em pleno desenvolvimento, conquistando novas habilidades que dificilmente serão esquecidas na vida adulta.

Se seu filho já tem entre 4 e 10 anos e você decidiu matriculá-lo em um curso de idiomas, clique aqui e veja algumas opções em Recife.

Lembre de se certificar de que o curso foi desenvolvido especialmente para as crianças e de dar uma checada na proficiência dos professores.

Beijos,

Bianca.

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