Viajei sozinha com o marido. Rá!

E vou de novo!!!

Olinda 25.02.14 Esse ano comemoramos 8 anos de muito romance (porque a gente se ama mesmo) AND confusões (porque ele quer tudo do jeito dele e eu do meu). Estudos apontam que precisaremos de aproximadamente 87 anos para construir o NOSSO jeito.

Sabe casamento de comercial de margarina? Não tenho. Temos grandes divergências, temperamentos fortíssimos, GAPS mútuos… Casamos sem orçamento e sem glamour; tínhamos duas crianças para sustentar; eu não estava pronta para ser madrasta; queríamos muito um filho e perdemos o nosso primeiro; a gravidez da Vivi foi de risco, o parto foi de emergência; ela ficou dias na UTI Neo, tem as asma que vocês acompanham…

Mas perguntem se está tudo bem. Está, sim! Casar é dividir a vida que, apesar de linda, não é só flores. Enquanto estivermos empenhados em resolver nossas questões e ele tiver a habilidade de conversar, que não possuo, acredito que continuaremos bem.

#PD3 é romântico disfarçado de embrutecido e me levou, na data do aniversário namorístico, para receber a Bênção no Mosteiro de São Bento, em Olinda, onde começamos a namorar (luv ya, carnaval). Devidamente abençoados, viajamos sem as crianças para um paraíso pertinho de casa e que há tempos queríamos desbravar: Noronha.

Uma piscininha natural só nossa (e do guia kkkkkk) somewhere em Noronha
Uma piscininha natural só nossa (e do guia kkkkkk) somewhere em Noronha

Com Vivi chegando à idade adulta, aos dois anos, consegui ir. Digo consegui porque foi, sim, um desafio. E não posso mentir para as mamães… Requer coragem e dá um aperto danado no coração.

Se você está se programando para passar uns dias fora com o maridão, clica aqui para para ler as nossas dicas para ir e voltar tranquila (mais ou menos).

Se você quer só saber como foi a nossa experiência, aí vai!

Saudade: numa escala de 1 a 10, 265926594265924695.

Chorei: todos os dias.

Me diverti: como se não houvesse amanhã.

Vai viajar de novo? Sim, em alguns dias.

Recomenda? Demais.

O nosso passeio mais basiquinho foi nadar com tubarões, gente! Escalei, pulei, caminhei, corri, mergulhei… E curti muito o #PD3. Adrenalina e endorfinas lá em cima! Lembrar desses dias me dá uma felicidade imensa e só aumenta a vontade de estar sozinha com ele de novo.

Grau de romance: fazer até as trilhas demoradas (e cheias de obstáculos) de mãos dadas e conversas e risadas madrugada à dentro. Uma frase que ele me dizia muito, com ar de brincadeira: – Ela voltou! É ou não de encher o coração ouvir do seu marido que ele consegue ver em você a pessoa pela qual se apaixonou, mesmo após tantos anos AND após a maternidade?

Ser 100% Bianca ou 100% #PD3 só é possível em momentos assim (ou nem assim). Não somos dois; somos cinco. Mas os dois coroas, que são encegueirados pelas crianças e extremamente dedicados, não abrirão mais mão de alguns diaszinhos nessa vibe.

Você aí, mamãe, que tem sérias dúvidas em relação à sobrevivência do seu filho durante a sua ausência, assista o vídeo abaixo e veja se vislumbra qualquer sinal de sofrimento nesta linda criança, que envia beijos para o papai e a mamãe viajantes, com os quais não se encontrava há 4 dias:

Bianca.

bianca@naoeamamae.com

Instagram: @blognaoeamamae

No facebook: Blog Não é a Mamãe!

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